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Na Ausência do Amor
Quando o amor está ausente, a tolerância perde
seu alicerce. Sem amor dentro de si, o indivíduo se torna refém de julgamentos
rígidos, impaciência, intolerância consigo mesmo e com os outros. Passa a
rejeitar suas falhas, exigindo perfeição de si e, por extensão, dos demais. O
erro não é visto como um caminho de crescimento, mas como um fardo insuportável.
Na ausência do amor fora de si, a convivência humana se torna dura e
conflituosa. A diferença é percebida como ameaça. A diversidade, ao invés de
enriquecer, passa a incomodar. O outro deixa de ser um espelho da própria
humanidade e se transforma em adversário, em estranho.
Sem a força amorosa da tolerância:
Cresce a impaciência, a reatividade, a agressividade.
Diminuem a escuta, o acolhimento e o entendimento.
A rigidez toma o lugar da compreensão.
O diálogo dá lugar ao julgamento.
A intolerância, em sua raiz, é uma ferida de amor. Ela denuncia uma desconexão —
com a própria essência e com a beleza que existe no outro. Assim, quando o amor
não habita os espaços internos e externos, a tolerância adoece, e com ela
adoecem os vínculos, as relações e a paz interior.
Fonte: ChatGPT |
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