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O Amor Contido na Simplicidade
A simplicidade é o amor que
escolheu despir-se dos excessos para enxergar o essencial.
Ela é o estado natural da alma que já entendeu que não precisa provar nada, nem
competir, nem acumular para sentir-se inteira.
Por dentro,
a simplicidade nasce quando o coração se aquieta e deixa de se medir pelos
padrões do mundo.
É o amor que se aceita como é, que encontra beleza na leveza, que prefere a paz
à ostentação.
É quando o ser humano compreende que a profundidade da vida está nas pequenas
coisas:
o silêncio que acolhe, o gesto que consola, a palavra verdadeira.
A simplicidade interior é o amor que reconhece sua própria essência sem precisar
enfeitar-se para ser valioso.
Por fora,
a simplicidade manifesta-se como respeito ao outro e ao mundo.
É o amor que descomplica, que ouve com atenção, que fala com clareza, que vive
com humildade.
A pessoa simples não impõe, não ostenta, não se perde em aparências.
Ela sabe que o que tem mais valor é aquilo que toca o coração — e isso raramente
vem embrulhado em luxo ou exagero.
A simplicidade é também generosidade:
abrir mão do supérfluo para que haja mais espaço para o que é verdadeiro,
mais tempo para o que é essencial,
mais presença no aqui e agora.
Quando há amor verdadeiro, a vida naturalmente se simplifica.
Não por pobreza, mas por sabedoria.
Não por renúncia forçada, mas por escolha consciente.
A simplicidade é, portanto, o amor que sabe o que importa — e vive conforme essa
verdade.
Fonte: ChatGPT |
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