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Na Ausência do Amor
Quando o amor está ausente, a paciência se torna uma luta... ou desaparece.
Em seu lugar, surgem a ansiedade, a intolerância, a exigência cruel.
Para dentro, a ausência de amor
transforma a relação consigo mesmo em um campo de guerra.
A pessoa se cobra demais, se apressa, se julga a todo momento.
Não se permite errar, não se permite descansar.
O coração se endurece, e o tempo interno vira inimigo.
É como tentar forçar uma flor a desabrochar puxando suas pétalas.
O resultado é dor, frustração e exaustão.
A alma começa a se sentir fracassada por não “atingir” logo o ideal.
Sem o amor, a paciência interna dá lugar à pressa que desgasta e adoece.
Perde-se a leveza do caminho — e a vida vira uma corrida ansiosa.
Para fora, a ausência de amor na
paciência se manifesta em impaciência com o outro:
Impulsividade, falta de escuta, críticas duras, pressa de “resolver”.
As relações se tornam frágeis, pois a falta de tolerância sufoca e afasta.
A pessoa impaciente com o mundo se sente cercada de frustrações:
tudo parece demorado demais, os outros sempre lentos ou “errados”.
E esse olhar rígido para fora, muitas vezes, é reflexo do olhar cruel que tem
para dentro.
Sem amor, a paciência morre —
e, em seu lugar, cresce a tensão de quem quer controlar tudo,
mas esqueceu que a vida tem seu próprio ritmo, seu próprio tempo.
Por isso, cultivar a paciência com amor é curar-se da rigidez.
É confiar que cada coisa floresce na hora certa,
e que o coração que ama, também sabe esperar.
Fonte: ChatGPT |
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