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O Amor Contido na Paciência
A paciência é o silêncio
amoroso do coração que sabe esperar.
Ela é o amor que confia no tempo,
que respeita os processos da vida sem forçar, sem apressar.
Para dentro, a paciência é
um cuidado com a própria alma.
É compreender que crescer leva tempo,
que curar-se exige espaço,
que amadurecer é uma jornada, e não um salto.
A paciência interna é a gentileza que se tem consigo mesmo
quando ainda não se sabe, quando ainda se erra,
quando ainda se está em construção.
É o amor dizendo:
“Está tudo bem. Você está aprendendo. Vai dar certo.”
Ela alivia a ansiedade, acalma as exigências internas
e abre espaço para o florescimento natural do ser.
Para fora, a paciência é o amor que se
estende ao outro com compreensão.
É enxergar o outro como alguém que também está em processo.
É aceitar o tempo do outro sem julgar, sem pressionar, sem impaciência.
É escutar com presença.
É esperar com serenidade.
É acolher com calma o que ainda não chegou.
A paciência amorosa não é passividade, mas confiança.
Não é indiferença, mas presença serena.
Ela é a manifestação de uma alma madura,
que entende que tudo tem seu tempo,
e que o tempo de Deus é perfeito.
Quando o amor está presente, a paciência se torna uma bênção —
um abraço invisível que acolhe tudo o que ainda está por vir.
Fonte: ChatGPT |
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