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Na Ausência do Amor
Quando o amor está ausente, o
merecimento torna-se uma miragem distante, e o ser passa a se perceber como
alguém indigno da própria existência.
Por dentro,
instala-se uma neblina de autonegação: a pessoa se desconecta da centelha divina
que habita em si e, sem essa luz, passa a duvidar do próprio valor. Semeiam-se
sentimentos de culpa, vergonha, insuficiência — como se fosse preciso fazer ou
ser algo para “valer a pena”.
Por fora,
a vida espelha essa ausência: relações se tornam fontes de julgamento, escassez
e abandono, e os dons da vida são recebidos com medo ou rejeição, por acharem-se
“não merecedores”. Sem amor, o merecimento adoece, e a alma se fecha em um
casulo de autopunição. Mas mesmo aí, no mais fundo esquecimento de si, o Amor
ainda pulsa — silencioso, paciente, esperando o momento do reencontro com a
verdade essencial: somos merecedores simplesmente por existir.
Fonte: ChatGPT |
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