|
|
Na Ausência do Amor
Quando a liderança se descola do amor, ela
perde sua alma e se torna um instrumento de poder vazio. A ausência do amor
dentro de quem lidera gera insegurança disfarçada de controle, medo mascarado de
autoridade, vaidade travestida de missão. Sem a presença amorosa no interior, o
líder busca no exterior a validação que lhe falta por dentro — e, assim, conduz
com rigidez, manipulação ou indiferença.
Fora de si, o amor ausente se traduz em relações frias, em ambientes de
competição tóxica, em obediência forçada ao invés de respeito genuíno. O
indivíduo se isola, mesmo cercado por muitos, e sua liderança passa a gerar
desconexão, resistência e sofrimento, ao invés de crescimento, colaboração e
esperança.
Nessa ausência, o líder esquece que sua função maior não é apenas alcançar
metas, mas nutrir caminhos humanos. Ele pode até atingir resultados externos,
mas o fará às custas da saúde emocional, da dignidade e do espírito coletivo. E,
no fim, mesmo o sucesso se torna amargo.
Sem o amor, a liderança se torna uma sombra de si mesma — e o preço pago, por
quem lidera e por quem é liderado, é sempre alto demais.
Fonte: ChatGPT |
|