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Na Ausência do Amor
Quando o amor está ausente dentro, a intencionalidade perde seu eixo sagrado e
torna-se reativa, confusa ou mecânica. A pessoa pode viver dispersa, guiada por
desejos alheios, pressões externas ou automatismos inconscientes. Suas escolhas,
desvinculadas da escuta do coração, tornam-se meramente estratégias de
sobrevivência ou busca de validação, e não expressões da verdade interior.
Sem amor fora, a intenção se distancia da compaixão e pode tornar-se instrumento
de manipulação, egoísmo ou controle. As ações passam a ter um fundo vazio, e até
mesmo gestos “bondosos” podem carregar segundas intenções, mascarando
insegurança ou carência afetiva.
Na ausência de amor, a intencionalidade se fragmenta — e a alma se distancia de
seu verdadeiro propósito. A vida torna-se um fazer sem alma, um caminhar sem
direção luminosa. O ser esquece que cada ato é semente no campo do invisível, e
que toda intenção verdadeira nasce do útero do amor.
Fonte: ChatGPT |
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