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Na Ausência do Amor
Quando o amor está ausente, tanto no íntimo
quanto nas relações, a graciosidade cede lugar à rigidez, à aspereza e ao
endurecimento da alma. O indivíduo passa a mover-se no mundo com pesos
invisíveis — suas palavras tornam-se secas, seus gestos duros, sua presença
tensa. Falta-lhe a leveza do coração conectado à essência.
Internamente, a ausência de amor gera um campo árido: há julgamento constante de
si, impaciência, cobrança, incapacidade de se perdoar ou de acolher sua própria
imperfeição. Isso impede o florescimento da graciosidade, pois esta só nasce de
um coração em paz, que já fez as pazes com sua vulnerabilidade.
Externamente, tal ausência se manifesta em relações desgastadas, comunicação
truncada, gestos que ferem mesmo sem intenção. O mundo parece hostil, e o ser
torna-se reativo, defensivo, incapaz de ofertar beleza, sutileza ou suavidade.
Sem graciosidade, a alma perde a arte de fluir. E onde não há fluxo, instala-se
o conflito — consigo mesmo, com os outros, com a vida.
Fonte: ChatGPT |
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