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Na Ausência de Amor

Gentileza


Casal em tarde iluminada suavemente
Autor:
ChatGPT

 

 
     
 

Na Ausência do Amor



Quando a gentileza não floresce, é sinal de que o solo do amor — dentro e fora — está seco, empobrecido. A ausência de gentileza no interior do ser revela uma relação fragilizada consigo mesmo. O indivíduo pode se tornar seu próprio juiz severo, impaciente com seus erros, intolerante com suas vulnerabilidades. Falta-lhe o olhar compassivo que compreende que crescer é um processo, não uma exigência.


Sem gentileza para dentro, o coração se enrijece.
E, enrijecido, perde a fluidez da ternura. A rigidez interna tende a transbordar: torna-se impaciência com os outros, grosseria no trato, indiferença às dores alheias. Falta doçura na escuta, suavidade no olhar, delicadeza nas ações. O amor, sem gentileza, deixa de ser ponte e se torna muro.


Fora, a ausência de gentileza cria distâncias. As relações esfriam. O vínculo humano perde a sua beleza mais sensível: a capacidade de cuidar. O mundo se torna um lugar mais áspero, mais barulhento, mais solitário.

E assim, sem gentileza, o amor se desidrata. Não morre de imediato, mas vai desaparecendo aos poucos, como uma flor que deixa de ser regada. O ser humano, privado desse néctar silencioso, sente-se desconectado — de si, do outro, da vida.

A gentileza é o modo com que o amor escolhe tocar o mundo. Quando ela se ausenta, o calor do afeto também se esvai, e o coração passa a viver num inverno que não tem fim.
 

Fonte: ChatGPT

 
     
 
 

 

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