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Na Ausência do Amor
Quando o amor
se ausenta, e com ele a ética enfraquece ou se perde, o ser humano passa a viver
desconectado de sua própria essência.
Internamente, nasce um vazio moral, um desalinhamento entre pensamento,
palavra e ação. A consciência, sufocada, vai silenciando. O indivíduo passa a
justificar pequenas transgressões, abrindo espaço para a autossabotagem, a
desonestidade consigo mesmo, e o gradual apagamento da própria luz interior.
Sem ética interior,
o amor-próprio se fragmenta. Há uma sensação de ruído constante entre o que se é
e o que se aparenta ser. As decisões passam a ser guiadas por conveniência ou
medo, não por verdade e sabedoria. A confiança em si se dissolve, e o ser se
torna vulnerável a influências externas, manipulações, culpas e ressentimentos.
Externamente,
quando a ética não está presente, o amor nas relações também se corrompe. As
palavras perdem valor. Os vínculos se tornam frágeis, utilitários ou tóxicos. As
relações deixam de ser encontros de almas para se tornarem transações de
interesses. E onde não há ética, há injustiça, abuso de poder, desrespeito e
quebra da confiança — não apenas entre indivíduos, mas entre comunidades e
nações.
A ausência
de ética é a ausência do amor em sua forma mais responsável. Ela gera sofrimento
profundo: aquele que fere e aquele que é ferido. Mas a boa notícia é que, assim
como uma vela pode reacender outra, a ética pode ser despertada novamente quando
o amor é lembrado. Sempre é tempo de realinhar-se com a verdade da alma.
Fonte: ChatGPT |
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