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Na Ausência do Amor
Quando o amor não habita os espaços internos e
externos do ser, a espontaneidade se retrai como uma flor diante da ameaça. O
indivíduo passa a viver em constante vigilância, medo de julgamento, necessidade
de aprovação ou controle. A autenticidade dá lugar à performance. O riso
torna-se ensaiado. Os gestos, calculados. E o ser perde contato com sua centelha
viva e criativa. Sem amor, a espontaneidade não floresce — ela murcha, sufocada
por culpas, traumas e normas rígidas. E assim, o ser se desconecta de sua
essência vibrante e de sua expressão mais pura, tornando-se refém de uma persona
que não lhe pertence.
Fonte: ChatGPT |
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