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Na Ausência do Amor
Quando o amor está ausente no valor da dedicação, o ser humano corre o risco de
se afastar de si mesmo e do verdadeiro sentido da vida. Sem amor, a dedicação
perde sua alma — transforma-se em esforço mecânico, em obrigação fria, em peso e
cansaço. O que deveria ser um ato de entrega consciente torna-se uma prisão, uma
rotina sem brilho, um serviço sem alma.
No plano interior, a ausência de amor
na dedicação leva à desconexão com o propósito. A pessoa passa a cumprir tarefas
apenas por medo, culpa ou necessidade de aprovação, esquecendo-se do porquê
começou, ou do que realmente importa. Sem esse elo amoroso com sua própria
missão, o coração vai se esvaziando, o entusiasmo se apaga e a vida perde sabor.
A alma sente-se distante de si mesma.
No plano exterior, quando a dedicação
ao outro não é enraizada no amor, ela se torna ressentida, impaciente, até mesmo
imposta. Há uma sensação de sacrifício forçado, e o gesto antes generoso pode
carregar mágoa, exigência ou cobrança. O servir perde sua graça e o dar
transforma-se em desgaste.
Quando o amor se ausenta da dedicação, o risco é o da desconexão: com o
propósito, com o outro e com o sagrado que há em cada ato. É como uma vela acesa
sem chama — há cera, há pavio, mas não há luz.
Por isso, é o amor que devolve vida à dedicação. É ele quem aquece a alma e dá
sentido a cada pequeno gesto.
Fonte: ChatGPT |
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