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Na Ausência do Amor
Quando o Amor está ausente da Curiosidade, ela
se fragmenta — perdendo sua luz originária e sua intenção sagrada. Em vez de ser
um portal de descoberta e união, a curiosidade pode se tornar invasiva, fútil ou
mesmo destrutiva.
Voltada para dentro, pode degenerar-se em uma inquietação constante, em
autocrítica corrosiva, em um desejo compulsivo de controlar ou compreender tudo
por medo. A alma, sem o alicerce do amor, se vê num labirinto mental, onde a
busca por respostas substitui a quietude do Ser.
Voltada para fora, a curiosidade desconectada do amor pode se manifestar como
bisbilhotice, julgamento disfarçado, ou exploração do outro sem empatia. Pode
surgir o impulso de saber para dominar, para comparar, para julgar — e não para
acolher ou integrar.
Sem Amor, a Curiosidade perde seu sagrado propósito: o de ser ponte entre
consciências, o de ser luz que revela com ternura, o de ser pergunta que não
fere, mas aproxima. Ela se torna um espelho opaco, onde o olhar não cura, apenas
reflete o vazio.
Fonte: ChatGPT |
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