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Na Ausência do Amor
Quando o amor está
ausente, a coragem se transforma em rigidez ou em fuga. E com isso,
o ser humano se afasta de sua potência interior e de sua missão de
alma.
Por dentro, a ausência de amor sufoca a
coragem.
A pessoa passa a viver dominada pelo medo: medo de errar, de sentir,
de se mostrar, de ser rejeitada, de ser ela mesma.
Esse medo não encontra sustentação no amor — e por isso, em vez de
ser superado, torna-se paralisante.
O indivíduo se fecha em defesas, evita confrontar suas próprias
feridas, e com o tempo, vai se distanciando de sua verdade.
Ele não ousa mudar. Não ousa crescer.
E ao invés de viver com inteireza, passa a sobreviver na superfície,
com receio de mergulhar em si mesmo.
Por fora, sem o amor como base, a coragem
se deturpa:
Pode virar agressividade, dureza, arrogância.
Ou, ao contrário, virar passividade, omissão, submissão.
A pessoa pode calar quando deveria falar.
Pode cruzar os braços quando deveria agir.
Pode se esconder, mesmo quando sua presença poderia transformar o ambiente ao
redor.
A ausência de coragem amorosa, no mundo externo, permite que injustiças se
perpetuem, que relações se tornem doentias, que sonhos morram antes de nascer.
A coragem sem amor é risco cego.
E o amor sem coragem é intenção não realizada.
Quando ambos estão ausentes — amor e coragem —, a vida se empobrece em
significado.
O ser humano deixa de cumprir sua travessia interior, e de oferecer ao mundo
aquilo que só ele poderia entregar.
Mas quando o amor retorna, mesmo em pequena centelha, a coragem desperta.
Porque o amor nos relembra que vale a pena lutar pela luz, mesmo em meio à
escuridão.
Fonte: ChatGPT |
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