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Na Ausência do Amor
Quando o comprometimento não nasce do amor — nem para dentro, nem para fora —
ele se transforma em peso, obrigação fria ou ausência de direção. O indivíduo se
vê dividido entre o desânimo e a apatia, ou entre a rigidez e o desgaste.
Para dentro, a ausência de amor no
comprometimento gera autossabotagem. A pessoa promete a si mesma, mas não
cumpre. Começa ciclos, mas não os conclui. Sente culpa por não seguir adiante,
mas também não encontra energia para recomeçar. As promessas feitas ao próprio
coração são esquecidas, e o ser interior vai perdendo força e brilho.
Sem esse compromisso amoroso consigo mesmo:
Os projetos internos murcham;
O propósito parece distante;
E o sentido de realização esvazia-se.
Para fora,
a ausência de amor no comprometimento se manifesta como falta de lealdade,
instabilidade nas relações e abandono de responsabilidades. A pessoa pode até
fazer o que se espera dela, mas de forma mecânica, sem alma. Ou, ao contrário,
não consegue manter vínculos profundos, pois teme entregar-se ou se envolver
verdadeiramente.
Sem amor, o comprometimento perde sua raiz espiritual — que é o cuidado com
aquilo que se ama.
Nesse vazio, o comprometimento pode se transformar em:
Cansaço crônico;
Relações frágeis;
Instabilidade emocional e profissional;
E, principalmente, uma sensação interna de estar à deriva, desconectado de si e
do mundo.
Comprometer-se com amor é oferecer presença verdadeira, constância e entrega
sincera.
Sem amor, o comprometimento se torna prisão ou ausência.
Com amor, ele é aliança viva entre a intenção e a ação, entre o coração e o
caminho.
Fonte: ChatGPT |
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