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O Amor Contido na Compaixão


Momentos de aconchego e acolhimento
Autor:
ChatGPT

 

 
     
 

O Amor Contido na Compaixão


A compaixão é o sopro do amor que se estende para além de si mesmo. Ela nasce da sensibilidade da alma que, ao reconhecer a dor do outro, não apenas compreende — sente. É o amor que não julga, que não mede, que não calcula: apenas acolhe.


Para dentro, a compaixão se manifesta como o abraço da própria fragilidade.

É o momento em que o ser humano se permite ser imperfeito, cair, errar, e mesmo assim, continuar digno de amor. A autocompaixão não é vitimização, mas sim um olhar generoso para dentro, que compreende os próprios limites sem endurecer o coração. Ela traz cura, porque reconcilia o ser com a sua humanidade.


Para fora, a compaixão é o canal mais puro do amor em ação.

Ela vê além da aparência, além dos comportamentos, e toca a essência do outro — especialmente quando o outro sofre, quando erra, quando clama em silêncio por compreensão. Ser compassivo é ser um reflexo da misericórdia divina no mundo: é não virar o rosto diante da dor alheia, mas, ao contrário, estender a mão com ternura e presença.

A compaixão é um movimento de alma que dissolve a separação. Onde ela habita, o ego se cala e o coração se expande. É o amor que desce até o chão da realidade humana, não para apontar culpados, mas para levantar os caídos com dignidade.

É, em sua essência, um ato sagrado: porque onde há compaixão, há Deus em movimento.

 

Fonte: ChatGPT

 
     
 
 

 

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