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Na Ausência de Amor

Benevolência


Observando com preocupação ao entardecer
Autor:
ChatGPT

 

 
     
 

Na Ausência do Amor


Quando o amor está ausente no interior do ser, a benevolência deixa de ser uma expressão espontânea da alma e transforma-se, muitas vezes, em um esforço vazio ou em uma formalidade fria. A ausência dessa centelha interior gera indiferença, frieza ou até mesmo hostilidade disfarçada de neutralidade. O indivíduo passa a viver mais voltado para si mesmo, num estado de separação, onde o outro é visto como peso, ameaça ou obstáculo.

Externamente, a ausência de amor esvazia as relações de calor humano. As ações tornam-se mecânicas, utilitárias ou interessadas. A ajuda prestada — se houver — pode vir carregada de expectativas, manipulações ou ressentimentos. No plano coletivo, isso favorece a construção de um mundo duro, competitivo, onde a empatia e o cuidado minguam, e o sofrimento alheio se torna invisível.

Sem a presença do amor, o coração endurece, e com ele, morre a delicadeza que sustenta a benevolência genuína. O ser humano, então, perde a sua bússola compassiva — e com isso, afasta-se de sua própria essência.
 

Fonte: ChatGPT

 
     
 
 

 

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