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Na Ausência do Amor
Quando o amor está ausente no interior do ser, a benevolência deixa de ser uma
expressão espontânea da alma e transforma-se, muitas vezes, em um esforço vazio
ou em uma formalidade fria. A ausência dessa centelha interior gera indiferença,
frieza ou até mesmo hostilidade disfarçada de neutralidade. O indivíduo passa a
viver mais voltado para si mesmo, num estado de separação, onde o outro é visto
como peso, ameaça ou obstáculo.
Externamente, a ausência de amor esvazia as relações de calor humano. As ações
tornam-se mecânicas, utilitárias ou interessadas. A ajuda prestada — se houver —
pode vir carregada de expectativas, manipulações ou ressentimentos. No plano
coletivo, isso favorece a construção de um mundo duro, competitivo, onde a
empatia e o cuidado minguam, e o sofrimento alheio se torna invisível.
Sem a presença do amor, o coração endurece, e com ele, morre a delicadeza que
sustenta a benevolência genuína. O ser humano, então, perde a sua bússola
compassiva — e com isso, afasta-se de sua própria essência.
Fonte: ChatGPT |
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