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Na Ausência do Amor
Quando o amor está ausente dentro do indivíduo, a autoestima
enfraquece ou não se desenvolve plenamente. E quando o amor está
ausente fora, ou seja, nos vínculos, nas trocas humanas e no
ambiente ao redor, essa fragilidade pode se intensificar, gerando
desequilíbrios profundos.
Ausência de amor para
dentro: o vazio interior
Quando a pessoa não aprendeu ou não conseguiu desenvolver amor por si mesma:
Ela se torna seu próprio juiz implacável.
Sente que nunca é boa o suficiente.
Vive tentando agradar, compensar ou se esconder.
Busca no exterior o valor que deveria encontrar em seu interior.
Isso pode gerar:
Ansiedade, insegurança, perfeccionismo crônico.
Sentimentos de culpa, vergonha e inferioridade.
Dificuldade de tomar decisões, por medo de errar e não se sentir merecedora.
Ausência de amor para fora: isolamento
e distorção do olhar
Se além da falta de amor por si, a pessoa não encontra acolhimento no mundo:
Ela pode desenvolver uma visão distorcida de si mesma, como se não tivesse
valor.
Passa a esperar constantemente validação externa, tornando-se dependente da
aprovação dos outros.
Em casos mais graves, pode surgir o autoabandono, o sentimento de não
pertencimento e até comportamentos autodestrutivos.
Sem autoestima e sem amor ao redor, o indivíduo vive como se estivesse
desconectado do eixo da vida — sua identidade se fragmenta, sua energia vital se
retrai, e suas relações se tornam fonte de dor ou manipulação.
A ausência de autoestima não é apenas uma sensação de baixa autoconfiança — é
uma ferida emocional profunda, onde o amor foi impedido de florescer.
Fonte: ChatGPT |
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