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Tipos de Amor

5 - Teoria do Apego


Momentos tranquilos no entardecer
Autor:
ChatGPT

 

 
     
 

Teoria do Apego

(John Bowlby e Mary Ainsworth)


A Teoria do Apego, desenvolvida por John Bowlby e posteriormente elaborada por Mary Ainsworth, é uma teoria psicológica que descreve a natureza e o desenvolvimento dos vínculos emocionais entre crianças e seus cuidadores primários. Essa teoria enfatiza a importância dos primeiros relacionamentos na vida de uma criança e como esses relacionamentos moldam seu desenvolvimento emocional e social.

A seguir estão os principais conceitos da Teoria do Apego:


Instinto de Apego:

Bowlby propôs que os seres humanos têm um instinto inato para procurar proximidade física e emocional com uma figura de apego quando se sentem ameaçados, ansiosos ou inseguros. Esse instinto é fundamental para a sobrevivência e o bem-estar da criança.


Figura de Apego:

Refere-se à pessoa (ou pessoas) que a criança desenvolve um vínculo emocional primário, geralmente os cuidadores principais, como os pais ou outros membros da família que desempenham um papel significativo na vida da criança.


Modelos Internos de Trabalho:

Bowlby sugeriu que as crianças desenvolvem representações mentais internas de si mesmas, de suas figuras de apego e dos relacionamentos interpessoais com base em suas interações com os cuidadores. Esses modelos internos de trabalho influenciam como a criança percebe e responde aos relacionamentos ao longo da vida.

Comportamentos de Apego:

São comportamentos observados em crianças que buscam proximidade e conforto de suas figuras de apego quando se sentem ameaçadas, ansiosas ou desconfortáveis. Esses comportamentos podem incluir chorar, buscar contato físico, buscar o olhar do cuidador e procurar consolo.


Estilos de Apego:

Mary Ainsworth expandiu a teoria de Bowlby ao identificar diferentes padrões de apego observados em crianças durante a infância. Ela desenvolveu a "Situação Estranha", um procedimento de observação que permitia identificar três principais estilos de apego: seguro, ansioso-ambivalente e evitativo. Posteriormente, foi adicionado um quarto estilo, o apego desorganizado.


Apego Seguro:

Crianças com apego seguro se sentem confortáveis ​​explorando o ambiente quando o cuidador está presente e procuram o cuidador em situações de estresse, confiando na disponibilidade e sensibilidade do cuidador para fornecer conforto e apoio.


Apego Ansioso-Ambivalente:

Crianças com apego ansioso-ambivalente mostram ansiedade e resistência em relação à separação do cuidador, mas também ambivalência quando o cuidador retorna, alternando entre busca de proximidade e rejeição.


Apego Evitativo:

Crianças com apego evitativo mostram pouco ou nenhum interesse em se aproximar do cuidador, mesmo em situações de estresse, e podem parecer indiferentes à sua presença.


Apego Desorganizado:

Crianças com apego desorganizado exibem comportamentos contraditórios e confusos em relação ao cuidador, como procurar proximidade e simultaneamente evitar o contato visual.


Essa teoria é amplamente aceita e influente na compreensão do desenvolvimento infantil, bem como na terapia familiar e no aconselhamento parental. Ela destaca a importância do cuidado sensível e responsivo na promoção de relacionamentos saudáveis ​​e seguros entre pais e filhos.

 
     
 
 

 

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