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Carol

Músicas Natalinas em Português


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                                As cantigas de Natal, também conhecidas como cantigas natalinas, canções de Natal ou canções natalinas, são uma tradição antiga e bastante difundida entre os países cristãos tanto católicos quanto protestantes. As cantigas são ensinadas às crianças e cantadas em coros, igrejas e residências na época do Natal para comemorar o nascimento de Jesus Cristo e reforçar os valores cristãos.  Leia mais.
                               A carol is a festive song, generally religious but not necessarily connected with Christian church worship, and sometimes accompanied by a dance. A caroller (or caroler) is someone who sings carols, and is said to be carolling (or caroling).  Leia mais.


 

 

Músicas Natalinas em Português
 

Brasil      
       
"Boas Festas" (Anoiteceu, o sino gemeu) Assis Valente 1932
"Borboleta do Natal" (Borboleta Pequenina) Tradicional séc. XIX
"Entrai, entrai, pastorinhas" Tradicional séc. XVIII
"Fim de Ano" David Nasser e Francisco Alves 1951
"Matais de incêndios" António Marques Lésbio? séc. XVII
"Natal das Crianças" Blecaute 1955
"Noite Azul" Orestes Barbosa  
"O Natal Existe (Bom Natal)" (Quero ver você não chorar) Edison Borges de Abrantes 1971
"O Velhinho" Octávio Babo Filho  
"O Velhinho" =  "Botei Meu Sapatinho"    
"O Velhinho" = "Sapatinho de Natal"    
"O Velhinho"=  "O Bom Velhinho"    
       
Portugal
     
       
"A Belén me voy" (A Belen me voi) Anónimo 1490-1575
"A lua vai tanto alta" Tradicional séc. XVI (letra)
"À ordem de César" (Por ordem de César) Tradicional  c. 1933
"A todos um Bom Natal" César Batalha, Lúcia Carvalho  1980
"Acordai, pastorinhas" Tradicional  1913
"Ah, meu Menino Jesus, que é da Vossa camisinha?" Tradicional 1956
"Ay mi Dios" (Ai meu Deus) Pedro de Cristo 1570-1589
"Airecillos mansos" António Marques Lésbio c. 1681
"Andai ao portal, pastores" Mosteiro de Santa Cruz séc. XVII
"Andorinha gloriosa" Tradicional  séc. XVI 
"Antonya, Flaciquia, Gasipà" (Antónia, Francisca, Gaspar) Filipe da Madre de Deus séc. XVII
"Bastião, Bastião" Mosteiro de Santa Cruz séc. XVII
"Beijai o Menino" (Adoração do Menino) Tradicional col. 1932-1933
"Belo Infante dos meus olhos" Tradicional séc. XV-XVI?
"Bendito do Natal" Tradicional pub. 1959
"Botai fora do portal" (Botay fora do portal) Gaspar Fernandes c. 1616
"Branca estais colorada"  Vários (música) Gil Vicente (letra) 1527 (letra)
"Caminhavam p'ra Belém" Tradicional pub. 1921
"Caminhando vai José" Tradicional séc. XVI (letra)
"Cantem, cantem os anjos" Manuel Ferreira de Faria  1957
"Chora o sol, a aurora ri" (Chora o Sol, a Aurora rìe) Anónimo pub. 1490-1550
"Como estais tão galantinho" (O Menino está deitado) Tradicional séc. XVIII-XIX
"Confusa, perdida" Tradicional pub. 1919
"Conto do Natal" (Natal de Cardigos) Tradicional XV-XVI (letra)
"Da serra veio um pastor" Tradicional pub. 1880
"D'allá d'encima del cielo" (De lá de cima do céu) Anónimo pub. 1490-1550
"Dejen que llore mi Niño" (Deixem que chore o meu Menino) António Marques Lésbio c. 1689
"Deus Menino de Pias" (Ó meu Menino) Tradicional séc. XVIII?
"Di, pues vienes de Belén" (Diz, pois vens de Belém) Diogo Bernardes (letra) 1594 (letra)
"Do tronco nasceu a rama" Tradicional séc. XVI (letra)
"Do varão nasceu a vara" Tradicional séc. XVI 
"É Natal, os sinos estão tocando" Artur Ribeiro 1963
"En un portal derribado" Mosteiro de Santa Cruz séc. XVII
(Numa humilde lapa)    
"Entrai, pastores, entrai" (Natal de Peroguarda) Tradicional col. 1966
"Es nasçido" (Nasceu!) Pedro de Cristo pub. 1570-1589
"Esta noite, à meia-noite" Tradicional col. 1882
"Eu hei de dar ao Menino" Tradicional séc. XVIII (letra)
(Não façam bulha ao Deus Menino)    
"Eu hei de m'ir ao presépio" (Natal de Elvas) Tradicional séc. XIX-XX
"Grande e lisonjeira nova" Tradicional pub. 1900
"História antiga" (Era uma vez lá na Judeia) César Batalha  1981
"José e Maria" Tradicional 1959
"José embala o Menino" Tradicional 1947
"Linda noite de Natal" Tradicional séc. XVI (letra)
"Loa alentejana" Tradicional séc. XVIII (letra)
"Louvai nos per Deos" (Alleluia per nosse Senhor) Tradicional séc. XVI
"Meia-noite dada" Tradicional séc. XV-XVI
"Menino Jesus à lapa" (Menino Jesus da lapa) Tradicional pub. 1919
"Menino Jesus, que é da Vossa camisinha?" Tradicional pub. 1939
"Nasçam os amores"  Amália Rodrigues (letra) Carlos Gonçalves  1981
"Nasceu, já nasceu" (Menino da Vidigueira) Tradicional pub. 1940
"Nasceu, nasceu, pastores" Tradicional 1700-1725
"Natal africano" Tradicional séc. XX?
"Natal cigano" (Arre burriquito) Tradicional  
"Natal da Aldeia Nova de São Bento" Tradicional séc. XVII
"Natal da Índia Portuguesa" (Vamos a Belém) Tradicional séc. XVIII
"Natal de Alferrarede" (Ó pastores, pastorinhos) Tradicional 1646 (letra)
"Natal de Linhares" (Alegrem-se os Céus e a Terra) Tradicional séc. XVIII
"Negrinho tirai-vos lá"  (Negrinho tiray vos la) Gaspar Fernandes c. 1610
"Nom tendes cama, bom Jesu, não" Anónimo 1490-1550
"Nossa Senhora faz meia" António Nobre (letra)  
"O galo bateu as asas" Tradicional 1869
"A Virgem Nossa Senhora"    
"Ó Infante suavíssimo" Tradicional 1762 (letra)
"Ó Jesus Menino, mal agasalhado" (O Menino nas palhas)   1948
"O Menino está com frio" (Em Belém, o Salvador) Tradicional 1495-1557
"O Menino está dormindo" (Natal de Évora) Tradicional séc. XVIII-XIX
"O Menino está na neve" Tradicional séc. XVI (letra)
"Ó meu Menino Jesus" Tradicional 1913
"Ó meu Menino Jesus" Tradicional col. c. 1970
"Ó meu Menino Jesus" Tradicional pub. 1921
"Linda noite a do Natal"    
"Ó meu Menino tão lindo" Manuel José (letra) 1762 (letra)
"Oh bento airoso" Tradicional  
"Olá plimo Bacião" Mosteiro de Santa Cruz séc. XVII
"Olá zente que aqui samo" Mosteiro de Santa Cruz séc. XVII
"Olé, rapazes pimpões" Tradicional 1913
"Olhei para o céu" (Natal de Elvas, Eu hei de dar ao Menino) Tradicional séc. XVIII
"Os pastores, em Belém" Tradicional 1926
"Pastores do verde prado" Tradicional séc. XVIII
"Pastores que andais na serra" (Anjos e arcanjos em Jerusalém) Tradicional col. 1955
"Pastorinhas do deserto" Tradicional col. 1897
"Pela Noite de Natal" Tradicional séc. XVI (letra)
"Pois com tanta graça bela" Gaspar Fernandes  1608
"Pues a Dios humano vemos" (Pois que Deus humano vemos) Anónimo 1525-1575
"Quem é a desposada?" Frederico de Freitas 1971
"Quem viu um menino belo" António Marques Lésbio séc. XVII
"Quiso nuestro Dios eterno" (Quis o nosso Deus eterno) Anónimo pub. 1490-1533
"Remando vão remadores" Frederico de Freitas  1971
"Ro, ro, ro, Nuestro Dios y Redentor" Gil Vicente (letra) 1513 (letra)
(Ro, ro, ro, Nosso Deus e Redentor) Joaquín Nin-Culmell 1955
"Roxozinho está deitado" (Visitação do Menino) Tradicional 1889 (letra)
"Sã qui turo zente pleta" Mosteiro de Santa Cruz 1643
"Senhora del mundo" Anónimo 1490-1550
"Serão da Virgem" (Nossa Senhora faz meia) Francisco Viana  c. 1954
"Sou cigana" Tradicional  séc. XVII-XVIII
"Tírale flechas" (Zagalejo hermoso) Francisco de Santiago c. 1627
"Toquem as sonajas" (Toquen as sonajas) Gaspar Fernandes c. 1609
"Tú me digas alma mía" (Diz-me tu minha alma) Anónimo pub. 1490-1550
"Un suspiro dio María" (Um suspiro deu Maria) Diogo Bernardes (letra) 1594
"Valentão dos meus olhos" Filipe da Madre de Deus c. 1680
"Vi o Menino Jesus" Amalia Rodrigues (letra) 1981
"Vinde, vinde já, ó Deus" Tradicional 1937
(Em Vosso louvor cantemos)    
 

 

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